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Fonte: Sumathi Reddy - The Wall Street Journal

As entregas são mais seguras durante a pandemia de coronavírus, mas às vezes uma visita à loja é inevitável. Aqui estão as precauções a serem tomadas.

Com as comunidades em todo o país praticamente fechadas, ainda há um lugar que quase todo mundo precisa visitar em algum momento: o supermercado. Especialistas dizem que as entregas são mais seguras, mas às vezes pode ser difícil conseguir agendar uma imediatamente. Então, se você precisa ir à loja, qual é a melhor maneira de navegar pelos corredores e multidões? As informações e orientações sobre o vírus estão mudando rapidamente, por isso perguntamos aos especialistas.

É seguro ir ao supermercado?

Tente minimizar as visitas à loja. "O maior fator de risco é realmente estar perto de outras pessoas", diz Benjamin Chapman, professor de segurança alimentar da Universidade Estadual da Carolina do Norte.

Isso ocorre porque o novo coronavírus se espalha amplamente por gotículas de pessoas próximas que tossem ou espirram. Se você precisar ir, mantenha um espaço à sua volta e tente ir fora do horário comercial. (Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças recomendam uma distância de 1,8 metro, enquanto a Organização Mundial de Saúde afirma que 3 metros são suficientes).

É difícil manter distância dos caixas; portanto, faça o auto-check-out quando possível e use o desinfetante para as mãos quando terminar.

Devo usar uma máscara ou luvas no supermercado?

O pensamento sobre as máscaras mudou recentemente. Anteriormente, os especialistas não recomendavam usá-los porque as únicas máscaras totalmente protetoras são as máscaras de respirador N95, que devem ser montadas e reservadas aos profissionais de saúde. Agora, muitos dizem que usar uma máscara de pano de algum tipo é útil para impedir a emissão de partículas virais, o que é importante, pois muitas pessoas podem ser assintomáticas.

As luvas não ajudam muito se você tocar seus olhos, nariz ou boca com elas. Em vez disso, dizem os especialistas, lave as mãos com água e sabão antes de sair e quando voltar para casa e use um desinfetante para as mãos quando sair. Se você usar luvas, escolha as descartáveis e jogue-as fora assim que chegar em casa.

Tente não usar o telefone quando estiver na loja. Se o fizer, limpe-o quando chegar em casa.

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Fonte: Apoorva Mandavilli - The New York Times

Tempestade de Citoninas

Uma “tempestade de citocinas” se torna um fenômeno muito frequente, principalmente entre os jovens. Mas os tratamentos estão sendo testados. Um homem de 42 anos chegou a um hospital em Paris em 17 de março com febre, tosse e “opacidades em vidro fosco” nos dois pulmões, que são uma marca registrada de infecção pelo novo coronavírus.

Dois dias depois, sua condição piorou subitamente e seus níveis de oxigênio caíram. Os médicos suspeitavam que seu corpo estava nas garras de uma tempestade de citocinas, uma perigosa reação exagerada do sistema imunológico. O fenômeno se tornou muito comum na pandemia de coronavírus, mas também está apontando para tratamentos medicamentosos potencialmente úteis.

Quando o corpo encontra um vírus ou uma bactéria, o sistema imunológico aumenta e começa a combater o invasor. Os soldados de infantaria nesta luta são moléculas chamadas citocinas que desencadeiam uma cascata de sinais para as células para ordenar uma resposta. Geralmente, quanto mais forte essa resposta imune, maior a chance de derrotar a infecção, razão pela qual em parte as crianças e os jovens são menos vulneráveis ao coronavírus. E uma vez derrotado o inimigo, o sistema imunológico é conectado para se desligar.

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Vacinar-se Contra a Pneumonia Auxilia no Diagnóstico do Coronavíris

Entre os micro-organismos que causam a maioria das pneumonias sérias e fatais, o pneumococo provavelmente será o número um da lista. Trata-se de uma família inteira de bactérias, com mais de 95 membros, que nós chamamos de sorotipos. A boa notícia é que temos vacinas disponíveis, que protegem contra alguns desses tais sorotipos.

Até hoje, a ciência já descobriu quase 100 sorotipos de pneumococo. Alguns são mais comuns, outro menos. A primeira vacina que surgiu protegia contra 23 membros dessa família bacteriana. Ela existe por muitos anos e tem um papel importante na prevenção.

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Fonte: G1

Confira três das vacinas que as grávidas precisam tomar e que ajudam a evitar problemas mais sérios.

Você sabe por que as grávidas têm prioridade na vacinação? Um dos motivos é que o sistema imunológico da mãe baixa um pouco a guarda durante a gravidez e, quando um vírus ou bactéria ataca, ela pode adoecer. Para evitar a doença, a melhor saída é a vacinação.

Toda grávida precisa fazer o pré-natal. O acompanhamento permite identificar e reduzir muitos problemas de saúde. E a vacinação é parte fundamental desse cuidado. A imunização durante a gestação protege não somente a mãe, mas também o bebê. No primeiro ano de vida, o organismo do bebê se defende de infecções usando os anticorpos recebidos da mãe via placenta e/ou leite materno. Isso vai ajudar a protege-lo até que ele produza os próprios agentes de defesa, estimulados pela vacinação, explica a pediatra Bárbara Furtado.

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Fonte: Hoje em Dia - Daniele Franco

Destinada a bebês a partir de 2 meses de idade, a vacina Pentavalente, que previne contra cinco tipos de doenças, está em falta em vários postos de saúde em Minas. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), o problema é nacional e a previsão de normalização é para outubro deste ano.

Diversos postos na Região Metropolitana de Belo Horizonte registram a falta da vacina, o que pode ser prejudicial aos bebês, que ficam indefesos contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, além de doenças causadas por Haemophilus influenzae tipo B. Procuradas, as secretarias de saúde de várias cidades alegam o mesmo problema: a falta de distribuição da doses pelo Ministério da Saúde.

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