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  CORONAVÍRUS  

               Perguntas Frequentes                  

Existe vacina para prevenção ao coronavírus?

Até o momento, não existe vacina contra coronavírus. No entanto, cientistas ao redor do mundo e no Estado de São Paulo, como as equipes do Instituto Butantan, já iniciaram pesquisas para desenvolvimento de vacina. Ainda é precoce indicar se e quando ela estará disponível.

Fonte: Secretária da Saúde do Estado de SP

A Vacina contra a gripe previne o coronavírus?

Não. As autoridades, porém, avaliam que a imunização facilita o diagnóstico para separar os casos quando há sintomas como febre e tosse. É por isso que Ministério da Saúde antecipou a vacinação anual de gripe no Brasil.

Fonte: Folha Vitória

Por que as vacinas contra a gripe e a pneumonia devem ser tomadas?

Ao proteger a população mais vulnerável, as vacinas evitam que sistema respiratório seja sobrecarregado. E se sabe que o coronavírus tende a provocar complicações entre quem está enfraquecido por uma doença ou carrega outros agentes infecciosos no corpo.

A vacinação ainda desafoga os pronto-socorros e hospitais do sistema público e privado, que vão ter menos pacientes com gripe e mais espaço para um eventual surto do cornavírus.

Além dissso, como justificou, em entrevista coletiva, o ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta. “Se a pessoa avisa que foi vacinada (contra a gripe e pneumonia), isso auxilia no raciocínio do profissional de saúde, do médico pensar em outros vírus por trás de uma doença”

Fonte: Saúde

De onde veio o novo coronavírus? Qual é seu transmissor?

Sabe-se que o paciente zero do vírus surgiu na província de Wuhan, na China. Não se sabe, no entanto, como ele o contraiu.

"Ainda não temos ideia do possível transmissor. Por comparações genéticas, sabemos que o SARS-CoV-2 é bem similar a sequências de coronavírus de morcego. Mas a transmissão de coronavírus de morcegos para humanos não só nunca foi documentada como é bem improvável", afirma o virologista Rômulo Neris, pesquisador visitante da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

"Em outros cenários, como [os das doenças] MERS e SARS, houve um intermediário entre morcegos e humanos, no qual o vírus se adaptou e se tornou patogênico para nós — para esses dois [vírus], temos dromedários e civetas transmitindo. Para o novo coronavírus, já pensamos em porcos, cobras e pangolins, mas até agora nenhuma evidência que suporte esses animais como reservatórios do vírus foi encontrada", acrescenta.

Além dissso, como justificou, em entrevista coletiva, o ministro da saúde Luiz Henrique Mandetta. “Se a pessoa avisa que foi vacinada (contra a gripe e pneumonia), isso auxilia no raciocínio do profissional de saúde, do médico pensar em outros vírus por trás de uma doença”

Fonte: UOL

O coronavírus é transmitido pelo sexo ou por fluidos corporais, como esperma e secreção vaginal?

Também não há evidência de que secreções penianas, vaginais ou anais transmitam o novo coronavírus.

"O que se sabe é que o vírus está presente não apenas em secreções respiratórias, mas também no sangue e nas fezes. Por outro lado, o fato de estar presente nas fezes não implica que houve transmissão fecal oral, seja por contato sexual, seja por uma higiene inadequada. Isso ainda não está estabelecido, mas são essas as secreções onde o vírus foi adequadamente isolado", opina o infectologista Mateus Westin, professor da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

Fonte: UOL

Uma pessoa pode ser infectada duas vezes?

Sim, há registros de casos na China em que pessoas que já haviam contraído o vírus foram infectadas novamente, mas ainda não há material o bastante para afirmar que uma possível reinfecção seja universal.

"O vírus foi detectado novamente em alguns indivíduos que já tinham sido considerados curados até 30 dias depois da alta. Entretanto, ainda não se sabe se foi uma nova exposição ao vírus ou se ele havia se tornado subdetectável [não detectado no teste] e voltou a ser ativo e capaz de replicar. Em geral, uma parte dos indivíduos infectados tem níveis altos de anticorpos durante e depois da infecção e, em uma janela curta de tempo, provavelmente é resistente a uma nova infecção", pontua o virologista Neris.

Fonte: UOL

Em caso de uma segunda infecção, ela é mais agressiva?

Como ainda não há certeza de que as pessoas sejam reinfectadas, também não se pode estimar se, a exemplo da dengue, uma segunda infecção venha a ser mais violenta.

"No caso da reinfecção, que é muito mais exceção do que regra, não se tem evidências de que será um caso pior. O que acontece com alguns quadros infecciosos reincidentes é que, como o nosso sistema de imunidade já teve contato prévio com aquele vírus ou com um muito semelhante — como dengues do tipo 1 ao 4 —, hipoteticamente, podemos ter uma resposta imune muito acentuada e, em vez de combater com um tiro de revólver, vamos dar um de canhão. Isso produz uma resposta inflamatória mais intensa no nosso organismo, e são maiores as chances de evoluir com sintomas de mais gravidade. Mas não está estabelecido", afirma o infectologista Westin.

Fonte: UOL

Posso "levar" o vírus para casa ao pisar em local infectado? É possível transportar o vírus pelo sapato?

Muitas pessoas têm tirado os sapatos antes de entrar em casa, para "deixar o vírus na rua". Essa medida é eficiente, mas por um motivo diferente do imaginado: o local de contaminação mais provável é a superfície do sapato, e não a sola. Ainda não há provas se, ao tocar locais infectados, os sapatos possam "carregar" o vírus.

"É bem improvável que as solas dos sapatos sejam expostas ao vírus. Por outro lado, é provável que o vírus se acumule na superfície dos sapatos e seja transportado [para casa], em caso de exposição da pessoa a gotículas [infectadas]. Por isso, é importante higienizar as mãos ao chegar a casa, remover calçados e roupas utilizados durante o dia e não tocar o rosto durante esse processo", afirma Neris.

Fonte: UOL

O vírus é menos transmissível sob temperaturas mais altas? Em qual temperatura ele é eliminado?

Há diversas estimativas de quanto tempo o vírus dura em superfícies. Como já dito, tudo vai depender do ambiente e do tipo da superfície. O contato direto, por sua vez, é considerado a principal forma de contágio.

"Um estudo recente descreveu que a meia-vida do vírus em diferentes superfícies varia de duas a sete horas. Entretanto, vírus ainda podem ser detectados por até 72 horas em pequenas quantidades. Em ordem de persistência, temos papelão (até 24 horas), aço inoxidável (até 48 horas) e cobre (até 72 horas)", afirma o virologista Neris. Meia-vida é o tempo que leva para ser destruída metade dos vírus em contato com uma superfície.

Fonte: UOL

Quanto tempo o coronavírus dura em superfícies?

Há diversas estimativas de quanto tempo o vírus dura em superfícies. Como já dito, tudo vai depender do ambiente e do tipo da superfície. O contato direto, por sua vez, é considerado a principal forma de contágio.

"Um estudo recente descreveu que a meia-vida do vírus em diferentes superfícies varia de duas a sete horas. Entretanto, vírus ainda podem ser detectados por até 72 horas em pequenas quantidades. Em ordem de persistência, temos papelão (até 24 horas), aço inoxidável (até 48 horas) e cobre (até 72 horas)", afirma o virologista Neris. Meia-vida é o tempo que leva para ser destruída metade dos vírus em contato com uma superfície.

Fonte: UOL

Como o vírus reage em jovens?

Pessoas com menos de 60 anos representam cerca de 10% das mortes pelo novo coronavírus no Brasil. No entanto, esse público abrange quase 50% dos casos graves (segundo dados divulgados pelo Ministério da Saúde na semana passada) — parte desses pacientes mais jovens é saudável e sem problemas crônicos. Por que isso acontece? Essa é uma das dúvidas dos pesquisadores.

"Hipoteticamente, temos dois pacientes saudáveis de 33 anos que pegam o vírus. Um deles desenvolve quadro grave, é entubado, respira por ventilação mecânica e, talvez, fique com sequelas permanentes. O outro passa pela doença sem mais reações. Por quê? Ainda não sabemos, é impossível prever. Pacientes com condições pré-estabelecidas estão mais vulneráveis, é claro. Mas e quem não tem [um histórico de doenças]? Alguns morrem. É preciso entender melhor como o vírus funciona", afirma a infectologista Naihma Fontana, plantonista de um hospital que está recebendo pacientes suspeitos na região de Sorocaba.

Fonte: UOL

Qual a cura para covid-19?

Eis a pergunta! Apesar de, pelo mundo, existirem estudos que indicam boas respostas ao tratamento do novo coronavírus, como o uso de cloroquina, recentemente endossado pelo governo brasileiro, não há nenhuma cura para a doença.

"Não podemos falar em cura de maneira nenhuma. Até então, temos dados de estudos pequenos [sobre cloroquina]. Promissores, de fato, mas a eficácia real é uma coisa que ainda deverá ser estudada a fundo", diz o infectologista Evaldo Stanislau, do Hospital das Clínicas, em São Paulo.

Fonte: UOL

O Prometheus faz vacinação à domicílio em residências, empresas, condomínios?

Neste ano, em função do Coronavírus e da demanda não estamos realizando vacinação in-company ou à domicílio para residências, empresas ou condomínios

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