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Fonte: André Biernath - Saúde

Indivíduos com doenças crônicas nas articulações devem manter a carteirinha de imunização sempre atualizada

Artrite reumatoide, osteoartrite e artrite psoriática e outras doenças reumatológicas não se restringem às juntas: elas também aumentam pra valer o risco de complicações após uma infecção. E a melhor maneira de evitar algumas das moléstias transmitidas por vírus e bactérias é a vacina.

Para chamar a atenção sobre a relevância dessa estratégia preventiva, a Liga Europeia contra o Reumatismo (Eular) produziu um documento com novas recomendações de imunizantes voltadas especificamente para o público com essas enfermidades.

“Os portadores dessas condições e os seus médicos precisam conversar sobre esse assunto e manter a proteção em dia”, destaca a reumatologista Ori Elkayam, professora da Universidade de Tel-Aviv, em Israel, e uma das autoras do artigo. Veja a seguir algumas das vacinas preconizadas:

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Fonte: Maria Tereza Santos - Saúde

Vacina desenvolvida especificamente para proteger pessoas com mais de 65 anos contra o vírus influenza acaba de ser aprovada pela Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma vacina contra a gripe feita especialmente para idosos. Testes realizados pela farmacêutica Sanofi Pasteur indicam que, entre indivíduos com mais de 65 anos, o imunizante é 24,2% mais eficaz na prevenção da doença em comparação com a injeção usada atualmente no Brasil.

Mas o que essa nova arma tem de diferente? Para compreender isso, antes é necessário relembrar o funcionamento das vacinas.

No caso da gripe, os imunizantes são compostos por fragmentos inativados do vírus influenza (os antígenos). Esses pedacinhos de vírus morto, assim por dizer, não provocam a doença, mas estimulam o organismo a produzir anticorpos. Então, quando a pessoa de fato entra em contato com o agente infeccioso no ambiente, seu sistema de defesa já está pronto para um contra-ataque imediato.

A questão é que o corpo dos indivíduos mais velhos responde menos à vacina tradicional. Dito de outra forma, há uma maior probabilidade de a injeção não incitar a fabricação de anticorpos. Isso torna essa turma mais vulnerável à gripe e a eventuais complicações, como a pneumonia.

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Fonte: Maria Tereza Santos - Saúde

Novo estudo revela que o HPV, e em especial alguns subtipos dele, facilitaria a infecção pelo vírus da aids

Principal doença viral transmitida pelo sexo, a infecção pelo papilomavírus humano (HPV) pode não apenas causar câncer, mas facilitar a infecção por HIV. É isso o que diz um estudo feito por cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

“Apesar de muitas pesquisas mostrarem uma conexão geral entre os dois vírus, nossos achados ilustram uma forte relação entre tipos específicos de HPV e o contágio por HIV”, afirma Brandon Brown, professor da faculdade de medicina da universidade e líder do estudo, em comunicado à imprensa. Pois é: o HPV conta com diversos subtipos – alguns estão relacionados ao câncer, enquanto outros causam mais verrugas genitais.

Os cientistas investigaram essa ligação em homens homossexuais e mulheres transgênero em Lima, no Peru. O trabalho contou, inicialmente, com a participação de 600 pessoas de 18 a 40 anos, recrutadas em bares, clubes, quadras de vôlei, um centro de saúde local e mídias sociais. Do total, 530 eram portadores do HPV.

Os requisitos para participar da pesquisa eram dois: não carregar o vírus da aidsantes do início do experimento e ter feito sexo anal com homens da cidade nos 12 meses anteriores.

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Fonte: Richard Klasco - The N. Y. Times

A meia vida do anticorpo varia tremendamente, de aproximadamente 11 anos para o tétano a mais de 200 anos para o sarampo e a caxumba.

P: Tendo tido todas as doenças infantis comuns, como sarampo e caxumba, há mais de 70 anos, quanta imunidade ainda mantenho?

R: Você provavelmente está imune a algumas dessas doenças.

Mas é difícil ser definitivo sobre a duração da imunidade, porque estudos definitivos, conhecidos como estudos de desafio, raramente são realizados. Em um estudo de desafio, os indivíduos são intencionalmente expostos a uma infecção na qual eles são considerados imunes. Os sujeitos provam que são imunes por não adoecerem.

Estudos de desafio foram conduzidos para alguns vírus respiratórios, como a gripe e o resfriado comum. Mas por razões éticas e de segurança, os estudos de desafio não podem ser realizados para infecções mais graves, como meningite, pneumonia e poliomielite.

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Fonte: Letycia Bond - Agência Brasil

A Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo e a Poliomielite atingiu a meta de imunizar 95% do público-alvo estabelecida pelo governo federal. Enquanto a média geral de vacinação contra sarampo foi de 95,3%, a de poliomielite ficou em 95,4%. No total, 21,4 milhões de doses foram aplicadas, beneficiando 10,7 milhões de crianças. O balanço foi divulgado hoje (17) pelo Ministério da Saúde.

A campanha foi encerrada na sexta-feira (14), depois de ter sido prorrogada pela pasta. Alguns estados e municípios, no entanto, mantêm a vacinação.

Os números do ministério mostram variações da cobertura vacinal entre estados. Quinze deles atingiram a meta para as duas vacinas. Já São Paulo e Tocantins alcançaram o índice mínimo de 95% somente na vacinação contra pólio.

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